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Josélia, Empregada Safada


Josélia, empregada safada não perde tempo, quando o seu patrão, o senhor Jacks chega em casa. A fodelança é pura sacanagem, porno caseiro, putaria total.

 

Minha primeira viagem sozinho foi quando completei 16 anos. Fui passar uns dias das minhas férias escolares na casa da minha avó no interior do Piauí. Meus pais moram ainda em Teresina. Minha avó na época era uma senhora de 62 anos, meio gordinha, seios e glúteos grandes, pele branquinha, viúva e morando sozinha na zona rural de um município.

Ao chegar, ela me recebeu com muita atenção, me mandou tomar um banho para tirar a poeira da viagem e me falou que em breve almoçaríamos. Quando eu estava no banheiro, já debaixo do chuveiro e todo molhado, que era contíguo à sala de refeições, vi a porta abrir-se e ela entrar com uma toalha.

― Aqui, Ricardo, uma toalha para você se enxugar. – ela falou isso de dentro do banheiro sem divisória e nem box de banho, diante de minha nudez, de um modo tão natural que parecia que eu estava vestido com um smoking. Eu estava trêmulo com a minha avó diante de mim, nu, do jeito que eu estava. Eu não era mais o garoto que ela dera banho na infância, tinha agora o corpo peludo e um pênis adulto, grande e de calibre acentuado.

― Precisa não, vó. Eu trouxe toalha e ela já está pendurada aqui. – falei apontando para um gancho que havia na parede. Todavia, ainda dentro do banheiro, ela se voltou novamente para mim e retorquiu:

― Deixe a sua guardada, use a que eu estou te dando. Ao menos, quando você for embora não precisará levar toalha suja e úmida dentro da bolsa.

Ainda trêmulo e assustado, meu corpo já havia reagido a uma presença feminina e o meu pau já estava ereto. Vovó Luzia não se conteve e abaixou o olhar para o membro rijo e brilhoso e deixou escapar uma risadinha curta e um sorrisinho de canto de boca, depois saiu.

Em seguida almoçamos normalmente sem nenhum assunto picante à mesa, como já se era de esperar. Afinal de contas, a minha avó apesar de viúva nunca fora mulher exibida ou chegada a aventuras sexuais e jamais cederia a alguma tentação incestuosa. Mas ao terminar o almoço, como de praxe, ela estendeu uma rede na varanda da casa e mandou que eu fosse me deitar. Ela, por sua vez, seguiu para o seu quarto.

Porém, lá por volta das duas da tarde vovó Luzia vem para a varanda para conversar comigo, senta em um cadeira, mas eu a chamo para a rede. Falei:

― Vó, não fica bem a senhora sentada aí e eu deitado aqui. A senhora vem para cá e eu me sento na cadeira.

― De jeito nenhum! Essa rede é para você. – uma pequena pausa e continuou. – Mas faça o seguinte, encoste um pouco para lá que eu deito aqui desse lado.

Assim o fiz e ela deitou-se do meu lado. Depois ficamos conversando por um bom período sobre os meus pais, os meus estudos e sobre seus planos para o futuro, já que era sozinha e em um interiorzão daqueles. Ela me falou sobre sua juventude e várias histórias da família, foi quando eu me mexi na rede e seu braço pousou sobre meu abdome, ficando seu cotovelo bem em cima do meu pênis. Não me mexi com medo de duas reações: a primeira era uma ereção involuntária e a segunda era que ela retirasse seu braço. Eu sentia naquela posição dentro da rede, até então inocente e sem interesses, uma oportunidade de me aproximar mais da minha avó, ganhar intimidade, já que nossa relação era muito formal e pouco carinhosa. Eu não me via fazendo carinho em seus cabelos, beijando sua face ou lhe abraçando de modo intenso e muito menos enxergava ela procedendo assim comigo.

Mas a primeira reação foi quase imediata e eu não consegui o menor controle sobre ela. Rapidamente o meu pênis foi dilatando em comprimento e calibre sob seu braço forte e já meio flácido. Vovó Luzia logo percebeu a alteração física sob seu braço e observou de rabo de olho a cena. Prendi a respiração e esperei uma bronca daquelas típicas das senhoras nordestinas, sem rodeios ou psicologismos. Mas não, ela manteve o braço lá, paradinho.

Lentamente fui voltando a respirar para não morrer e devagarzinho fui ficando à vontade, já quem ela havia brigado comigo e a minha ereção não cedia um único milímetro. A conversa continuou em um tom ameno, sem se desviar para nenhum assunto diferente daquele que conversávamos e isso foi me deixando mais à vontade ainda. Deixei que o meu corpo de 16 anos fizesse o que ele gostaria e o meu pênis começou a pulsar sob a cueca, a bermuda de tactel e sob o braço da vovó Luzia. Ela continuava a fingir que nada estava acontecendo, mas senti que começou a exercer leve pressão sobre meu membro duro.

Logo em seguida vovó Luzia estendeu seu braço e tomou a ponta da varanda da rede branca em que estávamos deitados. Ficou fazendo movimentos de vai e vem com o tecido de croché enquanto seu antebraço afagava “acidentalmente” meu pênis rígido. Novamente prendi a respiração, não podia acreditar que tudo aquilo estava acontecendo.

Com cuidado para não perder aquela posição que nos encontrávamos na rede, fingi coçar a minha perna e toquei o seu seio. Ela continuava a “brincar com a varanda” da rede e eu tomei coragem e continuei a “coçar a minha perna” e fiquei alisando a lateral do seu seio encapsulado pelo vestido e por um sutiã. Não demoramos muito nessa posição, pois ela saiu para fazer um café.

Depois do café, ela se demorou fazendo as coisas na cozinha e eu fiquei lendo um livro. As páginas eram viradas, mas eu não sabia o que estava lendo, só lembrava do que havia ocorrido no início daquela tarde e que eu passaria pelo menos uma semana sozinho com aquela mulher.

Ao anoitecer soltei o livro e fiquei me balançando observando a extensão do sítio escurecer. Foi quando vovó Luzia saiu novamente de casa e tomou seu lugar à rede. Só que quase de forma objetiva ela posicionou-se de modo que sua mão pairou sobre o tecido da minha bermuda. Eu quis me ajeitar para alcançar seu seio, mas não deu, me mexi e pousei meu braço sobre sua coxa, quase na virilha. Meu pau quase deu um pulo e voltou a acordar rapidamente. Agora estava bem encaixado sob a sua mão, era só ela apertar e já estaria me masturbando. E ela o fez.

Suspirei profundamente e deixei minha mão escorregar para o vértice que se formava na porção inferior do seu vestido, fiquei fazendo carinho com as pontas dos dedos em sua virilha enquanto ela amassava meu pau cada vez maior. Perdi o medo e o pudor e enchi minha mão direita com sua buceta gorda e gostosa, foi a vez de ela suspirar. Devolveu-me o carinho na forma de mais pressão no meu pênis e eu me motivei a ponto de subir seu vestido e procurar sua calcinha. Surpreendi-me com sua nudez. Estiquei o braço por baixo de seu vestido e alcancei os dois seios, também sem sutiã, denunciando que ela viera ali para fora, dessa vez, com o objetivo de aprofundar nossa experiência incestuosa.

Abri o velcro da minha bermuda e deixei minha cueca à mostra. Ela puxou o tecido de lycra para baixo e revelou meu pau grande e grosso, duro feito uma rocha. Começou a me punhetar e em seguida levantou-se e mandou que eu fechasse as pernas. Montou a rede como se fora um animal de montar e encaixou meu pau entre as suas pernas. Eu abri o seu vestido e pude sentir caindo sobre meu rosto dois seios grandes, flácidos e brancos, porém lindos e gostosos. Comecei a chupá-los enquanto vovó Luzia fazia um movimento de sobe e desce sobre meu pau. Ela começou a gemer e em pouco tempo eu estava me desmanchando em gozo dentro daquela mulher idosa.

Depois ela voltou a sentar no lado da rede e continuou me punhetando. Eu agora estava com o meu pau mole e todo melado de gozo e dos seus líquidos. Com suas carícias em breve eu estava em ponto de bala e novamente ela me quis. Dessa vez a fiz ficar de quatro apoiando-se em um banco que havia na varanda e novamente a penetrei por trás. Demorei mais e senti ela gozar umas duas vezes antes que eu também gozasse pela segunda vez.

Foi um período de férias de aulas intensas em que eu aprendi a fazer sexo com uma professora muito experiente.

 

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